expectativa era encontrar uma metrópole muito movimentada e frenética,
mas na realidade é uma cidade muito pacífica. O centro de negócios tem
alguns edificios altos, mas em geral a construção é composta por casas
baixas, não se vêem prédios de habitação.
As pessoas parecem ser descontraídas, aproveitam a hora de almoço para
passearem ou almoçarem nos parques da cidade, ou até fazer exercício.
Vê-se muita gente a correr. No final do dia de trabalho (por volta das
17h) vão naturalmente ter com a familia e amigos, ou bebem um copo com
os colegas.
Os habitantes de Sydney são práticos em relação ao vestuário formal,
raramente se vêem homens de gravata e as mulheres só calçam os sapatos
de salto alto quando chegam ao escritório. É comum vê-las na rua de
chinelos calçados e com os sapatos na mão.
Há muitas actividades das escolas ao ar livre, vêem-se os miudos nos
jardins com os seus chapéus de explorador.
A cidade cresceu ao longo do rio Parramatta, estando também virada
para o oceano. As margens do rio são irregulares e apresentam várias
reentrâncias e baías, tendo sido esta geografia particular bem
aproveitada. Em cada baía há uma marina e muitos barcos ancorados ao
largo. Vêem-se casas espectaculares com ancoradouro particular.
A maior parte dos pontos de interesse turistico estão concentrados à
volta do porto de Sydney e conseguem-se visitar a pé ou através de uma
boa rede de ferries que liga as duas margens e as ilhas no centro do
rio.
À partida, Sydney não está nada mal para uma cidade fundada há pouco
mais de 200 anos como uma colónia prisional...
B&A,
L+S
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