encontra protegida pela barreira de coral é invadida por alforrecas
venenosas. Com um mar tão calmo e um sol tão forte dar um mergulho é
uma tentação. Mas sabemos que é um fruto proibido, pois por todo o
lado há avisos acerca do perigo que representam estas "stingers".
Em algumas praias há redes de protecção que permitem às pessoas
nadarem num espaço controlado e teoricamente livres de alforrecas, mas
disseram-nos que as mais pequenas conseguem passar pela rede, por isso
decidimos ficar pelos banhos de piscina. O "vinagre medicinal"
disponibilizado em algumas praias apenas alivia o efeito das picadas e
retarda a acção do veneno por algum tempo, enquanto a vítima reza para
que a ajuda médica chegue em tempo útil...
Mais a sul, na costa junto à linha imaginária do Trópico de
Capricórnio, o mar torna-se mais agitado e está livre de alforrecas.
Aqui já é permitido "nadar entre as bandeiras". Este é o conceito
australiano de "praia vigiada". Num espaço de poucas dezenas de metros
de costa, delimitado por bandeiras amarela e vermelha, é possivel
nadar sob a vigilância dos nadadores-salvadores. Dentro deste limite
duvidamos que alguém se possa afogar, pois são quase tantos os
salvadores quantos os banhistas.
B&A,
L+S
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